Partes de albinos são usadas por feiticeiros na Tanzânia em poções para riqueza e saúde. (18/08/2010)
A polícia da Tanzânia prendeu um queniano acusado de tentar negociar a venda de um homem albino.
A prisão ocorreu após um policial fingir ser um negociante tentando comprar órgãos de pessoas albinas para serem usadas em rituais de feitiçaria.
A polícia diz que Nathan Mutei, de 28 anos, enganou o albino Robinson Mkwama, de 20 anos, prometendo um emprego na Tanzânia como assistente de motorista de caminhão.
Mas, na verdade, Mutei estava, segundo a polícia, buscando compradores para Robinson. Um negócio de mais de US$ 250 mil teria sido fechado com o policial que fingiu ser um comprador.
Mutei deve comparecer diante de um tribunal nesta quarta-feira, acusado de tráfico de pessoas.
Crimes
O correspondente da BBC para o leste africano, Will Ross, afirma que partes de corpos de albinos são usadas na Tanzânia por feiticeiros que dizem a seus clientes preparar poções que os tornariam mais ricos ou saudáveis.
Nos últimos três anos, mais de 50 albinos - entre crianças e adultos - foram mortos na Tanzânia. O governo prometeu combater este tipo de crime.
Segundo Ross, no entanto, a Justiça no país é lenta e apenas sete pessoas foram condenadas até agora.
Fonte: G1
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/08/queniano-e-preso-na-tanzania-por-tentar-vender-albino-para-bruxaria.html
“É importante observar: a sociologia nasce e só pode nascer numa sociedade que se interroga sobre si mesma, que questiona suas normas, que faz de sua existência e de seu funcionamento um problema; numa sociedade que não se julga mais ancorada numa ordem exterior e que não mais encara suas instituições como fatos naturais”. FRANÇOIS CHÂTELET
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Olha essa galera! Para quem estudou etnocentrismo (a minha cultura como a certa e as outras como erradas)no semestre passado...
ResponderExcluirEssa questão de hábitos de outras culturas é bastante delicada. Se para nós, que temos o padrão cultural do ocidente, matar uma pessoa para realizar rituais de "feitiçaria" seria algo cruel e desumano, para um queniano (como citado na notícia)talvez não fosse. Para ele, talvez alguns de nossos hábitos fossem até piores do que isso. Acredito que em casos como esse, onde duas culturas se opõe, deveriam ser levados em conta os direitos de ter uma cultura própria e agir segundo ela, mas sem "violar" a outra cultura, respeitando certos limites. Neste caso por exemplo, o queniano não estava errado segundo suas crenças, mas estava violando as crenças do homem albino. João Gabriel 1ºA
ResponderExcluirConfesso que fiquei chocada com a notícia. Para os padrões ocidentais de cultura, como disse o João Gabriel, o hábito do sacrifício humano é, no mínimo, estranho.
ResponderExcluirAs crenças pessoais e/ou de um povo devem ser respeitadas, afinal, quem é apto suficientemente para distinguir o certo do errado (se é que essa classificação realmente existe)?
Seguindo os princípios pelos quais acredito (o queniano certamente não possui as mesmas razões), o tráfico e posterior morte de albinos é um ato descabido. Para esses feiticeiros, é muito fácil tirar a vida alheia; se dependesse do auto-sacrifício (refiro-me à retirada de órgãos do próprio consumidor das poções, ou mesmo do fabricante destas, portanto, dos feiticeiros), provavelmente, os rituais envolvendo humanos não existiriam.
Concordo com o João, porque apesar de para nós matar pessoas seja algo horrível, para eles isso talvez seja normal. Mas mesmo sendo normal, o acusado deve ser punido, pois mesmo que esses atos sejam da cultura dele, ninguém deve permanecer impune por matar alguém pela sua cor. Acho que nenhuma cultura deveria julgar e muito menos matar alguém ''diferente''por causa de crenças e mitos. Laisla Rodrigues 1A
ResponderExcluirTemos perante essa situação, como já disse o João Vinicius, uma questão que abrange bastante o tema do Etnocentrismo. Pensando de uma maneira individualizada e colocando o etnocentrismo como foco principal, eu diria que essa é uma questão difícil de analisar, se levarmos em conta a nossa cultura em relação à deles, diríamos que é um caso totalmente inaceitável, que violou primordialmente a lei e deve ser totalmente punido. Mas se enfocássemos o ponto de vista dessa outra cultura, provavelmente o efeito de percepção e de visualização do erro seria diferente. Concordando com o comentário do João Gabriel e da Talita, concluo que discutir hábitos de outras culturas é algo relativo, surgirão então várias opiniões, as que se opõem e as que se relacionam. Agora, analisando com a minha maneira de pensar, o único que gostaria de colocar em vista é que isso não passa mais de um ato consciente e ao mesmo tempo inconsciente o que leva ao mesmo tempo a agir como um ser psicopata, aquele que age sabendo as conseqüências, mas que não as vê como uma ameaça ou uma oposição para deixar de realizar a sua vontade. Concluindo este comentário; dizer que a maior influência para esses acontecimentos é a própria ignorância humana que nos leva a realizar coisas que são totalmente contraditórias ao que é certo e o que é errado. Mas o que seria na verdade o certo e o errado?!
ResponderExcluirFlávio Garcia 1ºC.
Bom como varias pessoas ja disseram essa é uma questão delicada... Eu tenho a maxima q o nosso direito acaba quando começa o do outro... Eu acho q o queniano não deveria ser punido, apesar de achar (segundo minhas crença) seu ato errado, pois estava agindo de acrodo com sua cultura... Inumeras outras civilizações tinham como pratica o sacrificio, desde animais até seres humanos... Os costumes alheios aos nossos tem esse poder de nos causar estranheza, revolta, repudio... Mas infelizmente é impossível julgar certo ou errado, ja que não temos o padrão perfeito, ou aquilo que possa ser considerado certo... No minimo a atitude dele é diferente...
ResponderExcluirO ser humano está perdendo sua essência e se tornando objeto . Objeto de rituais, obejto de consumo, objeto de influências, mas objeto !
ResponderExcluirBoa discussão, amigos! Somente complementando:
ResponderExcluirA utilização de órgãos de albinos para feitiçaria envolvia (e envolve) toda uma prática ritual que, apesar de moral e religiosa para determinada tribo, não deixa de ser discriminatória. O ritual também envolvia a captura, sacrifício, rezas, etc...
Outra questão é pessoas se apropriarem dessa prática para fazer dinheiro enquanto que, para os feiticeiros, parte de ritual (captura e sacrifício)não é realizado o que pode nos levar a questionar inclusive a prática religiosa realizada nestas condições.
O que fazer? O respeito às culturas passa primeiramente pelo diálogo e um consenso sobre os seus limites, e não com imposições legais, morais, etc...
Essa discussao com ja foi dito é um tanto delicada. Na minha opiniao o queniano devia sim ser punido nem q seja por racismo.. O fato de fazer um ritual e isso ser da cultura deles é uma coisa indiscutivel.. Porem como o Joao Vinicius disse é descriminaçao com os albinos que no Quenia sao minoria se no pais (ddesconheço as leis) for um crime tem q ser punido sim. Para nós aqui de uma cultura diferente so resta analisar por esse ponto, nao podemos pensar se foi uma crueldade ou pra eles apenas um ritual..
ResponderExcluirA Questão desta notícia gera muita polemica e discussão. Rituais de feitiçaria, ou independente do que for, só existe porque praticam e incentivam. O Queniano não iria fazer tal ato para a feitiçaria se não tivesse quem comprasse. Geralmente estes rituais são feitos "sob encomenda". Enquanto houver incentivo, irá existir. É uma maneira de viver para ele, mesmo sendo ser incorreta a nosso ver. Apesar de que no passado, na época da bruxaria na Idade das Trevas existia a Santa Inquisição em que as mulheres eram condenadas a tortura e fogueira, só porque fez um chá ao seu filho doente ou coisa do tipo. E esses chás deram origem a Medicina e outras áreas. Muitos ocidentais e religiosos esquecem-se deste detalhe que mancha o nosso passado e condena aqueles que até hoje praticam tais atos. Etnocentrismo e teocentrismo (se é correto assim denominar o ato de dizer que “a minha religião é melhor que a sua) infelizmente ainda existem e sempre existirão.
ResponderExcluirLendo o que foi dito por todos tiro uma conclusão desse acontecimento: o queniano deveria sim ser punido por esse ato; isso porque houve um total desrespeito com Robinson Mkwama pois esse não tem nenhum vinculo com a cultura e os rituais quenianos e mesmo assim seria submetido a tais. Concordo com o que foi dito pelo Thiago: "o ser humano esta virando um simples objeto" e alem disso, o respeito etnico mútuo foi extinguido nesse caso.
ResponderExcluirPortanto é melhor que haja punição para que não venha acontecer novos casos semelhantes e surgirem mais vitimas.
Como disse o João Gabriel, temos , sim, que levar em conta a cultura dos quenianos. Para nós, brasileiros, matar albinos para fazer um ritual pode ser totalmente cruel, mas para os quenianos isso é “normal”. Mas será mesmo que todas as pessoas que fazem isso estão ligadas a questão cultural do país? Analisando o valor que um albino queniano tem (US$ 250 mil) é bem possível chegar a achar que muita gente faz isso, não pela sua cultura, não por achar que poções feitas com corpos de albinos podem trazer riqueza e saúde, e sim porque estão interessadas no dinheiro. Quem se preocupa tanto em ganhar dinheiro acaba não ligando para o modo de como ele chega as suas mãos e para essas pessoas , muitas vezes, matar alguém por dinheiro não traz remorso algum. Sendo assim, a justiça não pode analisar apenas o lado cultural e sim o lado “capitalista” do local.
ResponderExcluirA prática de feitiçarias tornou-se algo cultural. Apesar de ser um tanto quanto difícil,o governo deveria tentar mudar a visão que a população tem sobre esses rituais sem utilizar de imposições.
ResponderExcluirComo o fato é uma questão cultural, se torna algo muito difícil de se debater pois não temos pleno conhecimento de suas culturas. Mas mesmo assim, todos nos temos direitos, sendo você albino ou não, assim o trafico de pessoas albinas na Tanzania se torna algo cruel e discriminatório. Tendo de ser tomadas medidas emergências, pois 50 pessoas albinas serem mortas para que os outros se tornem "ricos ou saudáveis" é algo muito cruel e sem cabimento. Apesar de ser cultural esse habito deve ser mudado com urgência pois isso é algo desumano.
ResponderExcluirÉ uma questão muito cultural, mas que não deixa de ser errada. Ainda que, nesse caso, o queniano pudesse usar como argumento que esse é um processo cultural ou um costume em seu país, envolve preconceito racial. Pensando de um modo geral, como uma poção pode trazer riqueza e saúde à uma pessoa se foi produzida a partir de uma morte de outra? É um ato sem moralidade nenhuma. Onde estão os direitos do albino da notícia? Uma pessoa ser albina agora é motivo pra morte? Não faz sentido desmoralizar uma pessoa a esse ponto apenas porque ela é albina. E se os negros querem tanto que acabe o preconceito contra eles, não deveriam agir da mesma maneira que um branco racista.
ResponderExcluirMatar um albino para a produção de uma poção, ainda que seja cultural, é absurdo, e deveriam ser tomadas providências mais sérias, ainda que isso acabasse com a cultura de um povo.
Hugo Fernandes 2-A
ResponderExcluirA utilização da feitiçaria é comum nos países africanos, e pertence a sua cultura, más o trafico de pessoas, no caso de Robinson Mkwama, de 20 anos, para que feiticeiros preparas-se poções, com os órgãos de crianças e adultos albinos.
O uso da feitiçaria que leva pessoas a morte como esta, deveria ser banida.
Achei a notícia muito forte, é chocante a maneira dos homens sacrificar alguém, que estava sendo enganado! Esse "comercio de albinos" por mais dificil que seja- já que a Justiça no país é lenta e apenas sete pessoas foram condenadas até agora- deveria ser radicalmente mudada, e impor mais respeito, e leis mais rigidas pra quem pratica essas ações. Apesar de ser culto de alguns grupos da sociedade, o ato de fazer feitiçarias com um ser humano, pra mim é um assunto indiscutivel e deveria ser punido o autoor!
ResponderExcluirA venda de partes de corpos de albinos em alguns países da África para a bruxaria já é datada desde o século XIX, quando os primeiros europeus (albinos) chegaram lá, e a população, de pele estremamente escura, impressonou-se com a claridade da pele deles, ainda mais pelo fato de que não podiam tomar Sol. Não acho que seja muito delicada, é só mais um exemplo do que faz a falta de educação e falta de acesso à informação (afinal, os niveis de educação por lá não melhoraram muito desde sua exploração pelos europeus), ou vocês realmente acham que as pessoas que acreditam nesse tipo de bruxaria continuariam acreditando nela se désemos a elas, desde crianças, um aprendizado em uma boa escola e uma boa formação superior?
ResponderExcluirRealmente é um assunto delicado. E para eles isso pode ser algo comum, diferente de nós, brasileiros, que achamos um ato desumano. Entretando, isso não é apenas um ritual e sim uma negociação, em que a ganancia humana fala mais alta e o dinheiro acaba tendo maior importância do que a vida. Deste modo, como disse a Amanda, a justiça não pode levar apenas pelo lado cultural e sim pelo "capitalismo" que envolve os crimes.
ResponderExcluirEu concordo com o Thiago. Os albinos não podem ser tratados como objetos por outra cultura. Isso é preconceito da parte do queniano e independente da cultura do povo, matar para ganhar dinheiro não é correto. Alem de entrar na parte do preconceito: Os negros ja sofreram tanto preconceito ao longo da história e em vez de acabar com eles, eles estão praticando o mesmo em outras pessoas. Tambem acho que se eles tivessem um pouco mais de estudo, não fariam uma coisa como essa.
ResponderExcluirEu acho que, em alguns casos, pode até ser falta de informaçao... Mas todos sabem que matar um ser humano é errado. Por mais ignorante que o povo seja, todos tem consciencia da morte. O comerciante se aproveitou dessa ignorancia. Deve ser punido sim, uma pessoa que sabe negociar entende muito bem o que acontece, sabe o que é certo e o que é errado. Acabar com essa cultura talvez seja exagero. Mas acabar com alguns dos rituais é uma necessidade.
ResponderExcluirEssa questao antropologica é muito interessante pois estamos tratando de uma outra cultura,e para isso temos que agir com extrema auteridade nao se baseando muitas vezes na cultura ocidental.
ResponderExcluirNas crenças antigas da Tanzania o albino é visto como resultado de uma praga, maldição, que recai sobre a família e por isso ele deve ser sacrificado (a questao do sacrificio do mais fraco sempre aconteceu em diversas culturas como a espartana por exemplo)Alguns curandeiros dizem que podem usar partes do corpo deles [dos albinos] para fazer poções que propiciam enriquecimento pessoal.E esse fato tem aterrorizado os albinos tanzanianos que sao quase 270 mil albinos para uma população de 35 milhões de pessoas.
Bem eu acredito que essa crença de matar um inocente pra conseguir dinheiro é uma verdadeira atrocidade do ponto de vista humano,e uma insensibilidade ja que o albinismo ja é uma doença mt seria e mt sofrida.é preciso que o governo e a populaçao por conscientizaçoes acabem com essa caça aos albinos,alem da cultura isso é um ferimento nos direitos humanos de igualdade e direito a vida,os que praticam essa atitude sadica devem ser punidos.Essa pratica deve ser extinta ou substituida por metodos que não envolvam assasinatos,mutilações pois não se adequa ao nosso estágio de desenvolvimento.
" o homem é o lobo do homem"
Gabriel Di Lorenzo
1ªA
Isso é algo completamente DESUMANO!!! Tá certo que devido as várias culturas no mundo, certas pessoas acreditam que esses tipos de feitiçarias irão de algum jeito dar certo. Isso é psicológico. Na minha opinião a feitiçaria já é errada ainda mais usando pessoas?! Mas percebe-se que esses tipos de acontecimentos só são feitos em países pobres e de 3º mundo. Será que as pessoas não possuem educação suficiente para saber que isso não é certo? Será que o governo do país não toma providências extremas para esses tipos de situações? Isso é extremamente errado. Se todas as pessoas tivessem desde pequenas pessoas para ensiná-las o que é certo e o que é errado não só a Tansânia mas como o mundo todo seria melhor.
ResponderExcluirExcelente notícia. Vlw
Gabriel Beserra 1ºB
Eu sou totalmente a favor da puniçao do comerciante,por que tirar a vida de uma pessoa é um crime,e quem comete deve ser punido!
ResponderExcluirTudo bem,é uma crença,um ritual,só que NINGUEM te o direito de matar uma pessoa!
Leticia Spaziani 2B
Cultura é cultura e isso não se discute. Mas usar partes do corpo humano para bruxaria é algo que confronta a cultura ocidental , já que, no ocidente isso seria considerado no mínimo um ato desumano.
ResponderExcluirHoje no mundo atual existe um choque cultural muito intenso.Porém não acredito que isso seja uma questão cultural,já que,de qualquer forma isso se trata de um homicídio.Se um homicídio é justificado pela cultura,o que não pode ser justificado ?
ResponderExcluirNo exemplo do Brasil colonial,onde negros foram mortos e escravizados e índios foram brutalmente assassinados,podemos falar que isso ocorreu por uma questão cultural ?Por esse motivo não acredito que isso seja uma questão de religião e que é uma ação justificável e, a única diferença entre o queniano e o albino é a diferença de melanina,porém dentro daquele corpo,bate um coração humano.
Cabou (:
Rodrigo 1ºA
É um assunto delicado, pois para nós de padrão cultural do ocidente é desumano matar uma pessoa para fazer algum tipo de ritual, mas para o padrão cultural deles, isso poder ser normal. Vale a pena lembrar, que envolvia dinheiro no ato, o que nos induz a pensar que não eram envolvidos só apenas crenças religiosas, mas havia um comércio também. Não acho que quem fez isso não deveria ficar livre, pois ele sabe as consequencias de seus atos.
ResponderExcluirBom,essa questão é um pouco difícil de discutir.O Queniano poderia afirmar que estava fazendo isso porque suas crenças o mandam a esse tipo de ato.Porém em nenhuma situação,uma pessoa pode ser usada para rituais,pois isso é desumano.Não fazemos esse tipo de coisa nem com animais menores,que dirá com um ser humano que é utilizado para bruxaria apenas por ser diferente.Realmente esse Queniano mereceu ser preso,sem o direito de reclamar.Acho que isso é exemplo de como nosso planeta pode abrigar brutalidades que nem pensamos que pudessem ocorrer,até mesmo com animais irracionais.
ResponderExcluirGui Salmen 1ºB
concordo que certos habitos e costumes dessa tribo devem ser respeitados , porém a partir do momento em que se ameaça a integridade fisica de outra pessoa que desconhece ou não faz parte desses costumes deve ser detida ;além do fato dessa tribo pagar para outros trazerem essas pessoas albinas para suas tribos , que é o trafico de pessoas .
ResponderExcluirHelena Moretti Bressane 3ºA nº13
ResponderExcluirDiantee da notícia nos vemos que a arrogancia e prepotencia humana nao tem limites.Desrespeitaram a tênue linha entre diferenças entre culturas, e a inconsequencia na hora de fazer valê-las.Devemos ficar atentos entao até onde vai nosso dominio sobre outro ser humano.