quinta-feira, 9 de setembro de 2010

PALESTRA: Mitos e Verdades sobre os Movimentos Sociais no Campo

Galera, bom dia!

Como já havia alertado, neste sábado (11/09) estarei no Manhattan às 16 horas apresentando um documentário chamado "A história de luta do Assentamento Primeiro do Sul" que conta a história do primeiro assentamento de reforma agrária do sul de minas, no município de Campo do Meio, às margens do lago de Furnas.

De quebra trarei o coordenador geral do MST e assentado no 1º do sul, Sebastião Mélia Marquis (pequeno agricultor e produtor de café orgânico), para nos contar um pouco sobre a situação da reforma agrária no país, agricultura familiar e a luta dos movimentos sociais no campo, além da relação da população da cidade de Campo do Meio com os assentados.

Estaremos conversando ainda sobre as diferenças entre assentamentos e acampamentos, terra produtiva e improdutiva, a organização do latifúndio e a criminalização dos movomentos sociais.

MESMO QUE VOCÊ NÃO CONCORDE COM AS POSTURAS DOS MOVIMENTOS SOCIAIS COMO O MST, ACHO QUE VALE A PENA ASSISTIR. E ESTA É UMA OPORTUNIDADE DE FUNDAMENTARMOS NOSSAS OPINIÕES E CONHECER UM POUCO O LADO INVERSO DA MOEDA, AQUELE QUE É POUCO DIVULGADO PELA MÍDIA E SOCIEDADE EM GERAL.

CONTO COM VOCÊS

Dia: 11/09/10
Hora: 16:00 às 18:00
Onde: Cia. Bella de Artes (Ed. Manhatan, Rua Prefeito Chagas, 305, Andar PL)

ENTRADA FRANCA

Um abraço

João Vinicius

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Ministros franceses vão à Romênia defender política contra ciganos

08 de setembro de 2010
Bucareste não aceita argumentos de Paris de que minoria estaria ligada ao aumento da criminalidade

PARIS - O presidente da França, Nicolas Sarkozy, enviará dois ministros à Romênia na quinta-feira para explicar sua política migratória que está causando a expulsão de centenas de ciganos do território francês e gerando críticas de outros membros da União Europeia. As informações são da agência AFP.

(...)Em sua política contra a imigração irregular e contra a criminalidade, Sarkozy e os conservadores da França endureceram as medidas contra os ciganos, em sua maioria de origem búlgara ou romena, desmantelando dezenas de acampamentos e extraditando mais de mil deles desde o fim de julho.

O governo francês insiste que essas medidas estão de acordo com as leis vigentes na França e as regras europeias e usa o crescimento da criminalidade no país como pretexto para justificá-las.

As explicações, porém, não convenceram o governo romeno. "O argumento de que os ciganos ameaçam a segurança pública não é válido", denunciou a chancelaria de Bucareste. A Romênia, membro da União Europeia desde 2007, pediu a Bruxelas que verifique se a volta dos ciganos ao seu país de origem é "voluntária", como alega Paris.

Especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU) e do Vaticano criticaram as expulsões, mas a França não revogou as medidas. Para 55% dos franceses, a política contra os ciganos respeita os valores da república, segundo uma pesquisa divulgada nesta quarta.

Fonte:http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,ministros-franceses-vao-a-romenia-defender-politica-contra-ciganos,606763,0.htm

Irã suspende apedrejamento de condenada por adultério

O Irã anunciou nesta quarta-feira que suspendeu a pena de morte por apedrejamento contra Sakineh Mohammadi Ashtiani, informou a emissora estatal iraniana Press TV. O anúncio foi realizado por meio de um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Ramin Mehmanparast. O porta-voz disse que o caso da mulher será revisado e, por enquanto, a pena está suspensa. "O veredicto referente às relações extramatrimoniais foi suspenso e está sendo revisado", disse o porta-voz à emissora estatal em língua inglesa Press TV.

O caso Sakineh gerou uma onda de protestos internacionais contra o Irã. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a oferecer abrigo a Sakineh no Brasil, mas o Irã recusou a proposta. Vários países e entidades denunciaram o caso como um abuso e pediam a libertação da mulher, condenada por trair o marido e, posteriormente, acusada de envolvimento na morte dele.

Como o Irã trata o caso como um crime comum, o porta-voz da chancelaria criticou o fato do "julgamento por homicídio" ter sido transformado em "uma questão de direitos humanos". O funcionário disse que o caso de adultério será revisado e a sentença por cumplicidade no homicídio está "em processo".

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/08092010/25/mundo-ira-suspende-apedrejamento-condenada-adulterio.html